Dia 04 de setembro a Footwork completou seu nono aniversário. Por conta disso resolvemos compartilhar com vocês um pouco da trajetória da escola.

Espaço

Atualmente a Footwork oferece uma estrutura com mais de 1500 metros quadrados, incluindo salas de dança, cantina e, claro, ringue exclusivo para a prática de patinação. Mas nem sempre foi assim. Inicialmente a escola possuía apenas um ringue, que foi reformado diversas vezes, até culminar na expansão que trouxe todo o espaço que a Footwork tem hoje.

A escola se divide em quatro categorias:

Aulas

A Escola Footwork conta mais de quinze profissionais qualificados para oferecer o melhor atendimento aos alunos. As aulas variam em modalidades de patinação artística, patinação inline, hockey, ballet, jazz e sapateado e são oferecidas de segunda a sábado com horários pela manhã, tarde e noite. Com o propósito de oferecer um melhor rendimento para o aluno a escola limita as salas e os ringues em 12 patinadores ou bailarinos e divide as turmas de acordo com nível ou idade.

Campeonatos

Desde 2008 a Footwork incentiva os alunos a participarem de campeonatos. As competições ocorrem semestralmente, variando em âmbito estadual, nacional e internacional. Durante oito anos de competições os atletas da Footwork subiram ao pódio em uma serie de torneios como no Campeonato Paranaense, Campeonato Brasileiro, Torneio Nacional, Campeonato Inter Seleções, Copa Santos e Campeonato Sul-Americano.

Como forma de aprimoramento técnico para quem busca participar dessas seleções, a escola oferece treinos exclusivos (“Treino Avançado”) e cursos com renomados técnicos nacionais e internacionais, como Darío Alvaréz e Marcos Alves.

Espetáculos

A paixão por espetáculos sempre esteve vinculada com o surgimento da Footwork. Os primeiros “shows” ocorreram na própria escola, contando com um vasto repertório de apresentações, como “Encantada”, “A Bela e a Fera” e a performance de Marcel Sturmer, patinador mais renomado do país.

Em 2009, pela primeira vez, os espetáculos foram levados aos palcos. No início do ano houve a apresentação de “Encantada” no teatro Fernanda Montenegro, que serviu de inspiração para “O Feitiço de Áquila”, que estreou nos palcos do Teatro Positivo em novembro do mesmo ano. Nos anos seguintes o Grande Auditório do Teatro Positivo continuou sendo iluminado com os talentos da Footwork, com as performances de “Cinderella in Wonderland” (2010), “A Pequena Sereia” (2011), “As Fadas de Oz” (2013), “A Bela Adormecida” (2013) e “A Rainha do Gelo” (2014).

Por fim, em 2015, a Footwork levou, pela primeira vez, um de seus musicais para o Teatro Guaíra, casa de shows mais renomadas do estado. “O Feitiço da Lua” une patinação, ballet, jazz e sapateado e, esse ano a pedido do próprio Teatro, retorna reformulado no dia das crianças no Grande Auditório.

Footwork para além dos palcos

Além de incentivar a participação dos alunos em apresentações e campeonatos, a Footwork busca colocar ao máximo os patinadores e bailarinos em contato com a arte. Organizando excursões e passeios para espetáculos musicais – como Cats e Holiday on Ice e viagens internacionais para treinamento de patinação no gelo.

Outro diferencial da escola é oferecer programas sociais, como o Ciranda do Bem, que oferece bolsas de patinação e dança para crianças carentes. Ainda com esse foco, a Footwork busca fazer anualmente um show extra, aberto exclusivamente para crianças em situação de risco, baixa renda e/ou do ensino público. Para que essa apresentação seja viabilizada em outubro desse ano foi criado um crowdfunding, disponível em https://www.vakinha.com.br/vaquinha/criancas-no-teatropara quem tiver interesse em contribuir com qualquer valor.

 

Você fez parte da história da Footwork? Tem alguma memória feliz de seu tempo na escola? Compartilhe com a gente nos comentários!